A arte de pisar nas coisas boas
É impressionante como a música pop serve de conforto para as coisas ruins que acontecem. Uma frase ruim, num contexto complicado, põe em risco uma coisa boa; os telefonemas não foram atendidos e as mensagens pelo celular respondidas. O dia amanheceu e a conversa não aconteceu (desculpem a rima). Talvez nem aconteça; esse é o grande problema do fim de semana. Não é a matéria que não tive tempo para fazer durante a semana que me preocupa. Às 6h, a música tocava repetidamente. Era só aquela. Então o sono chegou. Por pelo menos uma hora, esqueci do que tinha feito e que, quem sabe, não tenha conserto.
"Come up to meet you, tell you I'm sorry You don't know how lovely you are I had to find you, tell you I need you And tell you I set you apart Tell me your secrets, and ask me your questions Oh let's go back to the start
Running in circles, coming up tails Heads on a silence apart
Nobody said it was easy It's such a shame for us to part Nobody said it was easy No one ever said it would be this hard Oh take me back to the start
I was just guessing at numbers and figures Pulling the puzzles apart Questions of science, science and progress Do not speak as loud as my heart And tell me you love me, come back and haunt me Oh and I rush to the start
Running in circles, chasing tails Coming back as we are
Nobody said it was easy Oh it's such a shame for us to part Nobody said it was easy No one ever said it would be so hard I'm going back to the start"
Coldplay: rock para quem não gosta de rock. E para quem gosta também.
Escrito por Mário Coelho às 10h13
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